← Início

Ele não defende a segurança pública. Ele é a segurança pública.

27 anos de Polícia Civil, 16 deles como carcereiro — cargo que hoje se chama policial penal — e a proposta que deu origem à carreira, escrita em 2003.

Existe uma diferença entre quem fala de segurança e quem viveu segurança.

Reginaldo Sardinha entrou na Polícia Civil do Distrito Federal em 1999, por concurso, como agente de custódia. Passou 16 anos como carcereiro — o cargo que hoje se chama policial penal. Sabe o que é abrir cadeado numa ala com centenas de presos e pouca gente de plantão. Sabe o que é ouvir a sirene tocar na hora do almoço e largar o prato para apoiar o colega.

Quem viveu isso não precisa ser lembrado de como é uma vida insegura. Ele sabe o que a categoria precisa.

A trilha da Polícia Penal — 20 anos antes de virar pauta

2003. Como diretor jurídico da AGPEN, ele reuniu presidentes de sindicatos de todo o país em Brasília, num fórum realizado na Secretaria Nacional de Justiça. Do encontro saiu um documento que pedia ao Ministério da Justiça a criação da carreira em âmbito federal.

No mesmo ano, ele redigiu a proposta que daria origem à Polícia Penal no Brasil — apresentada no Senado em 2010 e promulgada anos depois.

Ele faz questão de dizer que não criou sozinho. Mas o texto saiu da mão dele, duas décadas antes de o assunto virar bandeira de campanha.

Depois, foi professor da primeira e da segunda turmas de agentes penitenciários federais do Brasil — formados pelo sistema do DF.

O que ele fez pela categoria no Distrito Federal

A gestão que virou referência

Recebeu uma das piores unidades prisionais do país.
Entregou como referência nacional.

Ele não chegou lá dentro com discurso. Chegou com escola. Sentou com os presos, um a um, até eles enxergarem que estudo muda o rumo de uma vida — porque tratar preso como gente não é ser mole com o crime, é a única coisa que faz ele voltar diferente.

2 anos

de gestão sem um único homicídio na unidade, sem necessidade de policiamento externo

4 → 444

foi o salto no número de detentos estudando com o incentivo dele. Vinte e dois chegaram à faculdade. Um ao mestrado

1º lugar

no concurso nacional de redação dos presos — o resultado de gente que voltou a estudar

A tese dele é direta: a pergunta não é se o preso volta para a rua — ele volta. A pergunta é como ele volta. Cada vida recuperada lá dentro protege várias vidas aqui fora.

O que ele vai fazer

  • Padrão mínimo obrigatório de estrutura para unidades prisionais e socioeducativas — o fim da política do refugo, em que o servidor recebe o que sobrou de outro órgão.
  • Convocação dos aprovados em concurso e progressão previsível na carreira.
  • Autonomia administrativa e financeira para o sistema socioeducativo, dirigido por servidor de carreira.
  • Saúde mental do servidor da segurança tratada como política, não como favor.

Sardinha, 33123. Não precisa acreditar — vai lá ver.

Participe

Esse mandato nunca foi dele. Sempre foi nosso.

Deixe seu nome e seu WhatsApp. A gente avisa quando o Sardinha estiver na sua região.

Escreva seu nome para a gente saber com quem fala.

Faltam dígitos: precisa ser DDD + número, como (61) 90000-0000.

Leva 20 segundos. A campanha nunca pede CPF, título de eleitor nem dado bancário — se alguém pedir em nome do Sardinha, não é a campanha. Como seus dados são tratados.

Recebido. Obrigado por entrar nessa. A gente avisa quando o Sardinha estiver na sua região.

Prefere ajudar sem preencher nada? Bota a moldura na sua foto de perfil — leva dez segundos e a foto nem sai do seu celular.