Paridade com a PF, reforma da DCCP, TPE e CECOF, concursos sequenciais — as quatro coisas que a categoria cobra.
Sardinha é policial civil do Distrito Federal há 27 anos. Não é apoiador da categoria — é dela.
Por isso, quando ele fala da Polícia Civil, não fala em generalidades. Fala das quatro coisas concretas que a categoria cobra e que quase nenhum candidato sabe nomear.
A Polícia Civil do DF tinha paridade com a Polícia Federal. Ela foi retirada em 2015/2016 e nunca voltou. São quase dez anos de luta. Chegou-se perto mais de uma vez, e não se concluiu.
Essa é a bandeira número um — e Sardinha a defende há anos, dentro e fora do parlamento.
O Instituto Médico Legal foi remodelado. O Instituto de Identificação foi remodelado. O Instituto de Criminalística foi remodelado. A DCCP continua esperando.
O compromisso é claro: prédio adequado, carceragem moderna e ambiente salubre para o policial trabalhar — no mesmo modelo já aplicado às outras unidades.
Condicionamento físico e saúde do servidor não são detalhe administrativo. São condição de trabalho.
Ampliar o CECOF e tratar a TPE com seriedade é cuidar de quem passa a vida cuidando dos outros.
A proposta é simples e ele a repete há anos: acabou um concurso, chama todos os aprovados, zera a fila e abre outro.
Nomeação não pode ser loteria nem moeda de troca.
Sardinha, 33123. Não precisa acreditar — vai lá ver.
Participe
Se você quer acompanhar o trabalho, receber as novidades ou ajudar de alguma forma, deixe seu contato. A gente avisa quando o Sardinha estiver na sua região.