Deputado Distrital · DF

Aqui, trabalho tem endereço.

Rua iluminada, escola reformada, estrada asfaltada: tudo o que está neste site você pode ir ver de perto, com data, local e número de lei. Não precisa acreditar — vai lá ver.

Reginaldo Sardinha · Deputado Distrital · 33123

Reginaldo Sardinha

Os números que sustentam

27 anos

na Polícia Civil do Distrito Federal

23 leis

de autoria — 14 delas mudam a vida de alguém todo dia

160 escolas

públicas beneficiadas — mais de 60 na zona rural

3 cidades

100% iluminadas em LED

24 de 24

a votação que o elegeu para a Mesa Diretora, da direita à esquerda

4 → 444

detentos estudando na unidade prisional que ele dirigiu

300+

fossas sépticas em núcleos rurais, executadas pela Emater

10 km

de calçada acessível e 33 rampas, na gestão do Cruzeiro

2003

o ano em que ele escreveu a proposta que deu origem à Polícia Penal

Quem é

Do chão de jornal à Câmara Legislativa.

Reginaldo Sardinha nasceu em 30 de agosto de 1975, em Anápolis, Goiás. A família é maranhense — a mãe pegou a estrada até a cidade goiana porque lá havia hospital com mais estrutura. Aos 4 anos ele chegou a Brasília, praticamente num pau de arara, com a mãe e os dois irmãos mais velhos. Um deles tem deficiência.

A família se instalou no Cruzeiro Novo. Nos primeiros seis meses não havia cama em casa: todo mundo dormia no chão forrado de jornal. Para sustentar os três, a mãe foi sacoleira de cosméticos, vendeu carro e depois vendeu joia. Ele é o caçula.

Estudou em escola pública do primeiro ao último ano, e faz questão de se apresentar assim: fruto da escola pública. Para conseguir vaga no Setor Leste, dormiu quatro dias numa fila de matrícula. Eram exatamente 30 vagas. Ele entrou em 30º. Depois se formou em Direito e fez pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.

Nada na trajetória dele veio de herança. Veio de fila, de concurso e de trabalho.

Reginaldo Sardinha

O capítulo que explica o resto

Recebeu a quarta pior unidade prisional do país. Entregou como a única do Brasil a cumprir todas as metas do CNJ.

Em 18 de agosto de 1999 ele passou no concurso da Polícia Civil e foi trabalhar dentro de uma cadeia. Foram 16 anos no sistema prisional — como carcereiro, cargo que hoje se chama policial penal —, passando pelo Núcleo de Custódia, pela Funap e pelo Centro de Progressão Penitenciária.

No Centro de Progressão ele assumiu uma unidade considerada a quarta pior do país, dividida entre as alas que os próprios presos chamavam de céu e de inferno, com parte da estrutura destruída por um incêndio. Não chegou lá com discurso. Chegou com escola.

4 → 444

foi o salto no número de detentos estudando, com o incentivo dele. Vinte e dois chegaram à faculdade. Um ao mestrado

1ª do Brasil

a unidade se tornou a única do país a cumprir todas as metas do CNJ naquele momento

1º lugar

no concurso nacional de redação dos presos — o resultado de gente que voltou a estudar

A tese dele é direta: a pergunta não é se o preso volta para a rua — ele volta. A pergunta é como ele volta. Cada vida recuperada lá dentro protege várias vidas aqui fora.

O que veio depois

Vinte anos antes de virar assunto de campanha.

Em 2003, num computador 486, ele escreveu a proposta inicial da emenda que daria origem à Polícia Penal no Brasil. No mesmo ano, como diretor jurídico da associação nacional da categoria, reuniu presidentes de sindicatos de todo o país e assinou a Carta de Brasília, que pediu ao Ministério da Justiça a criação do agente penitenciário federal. Ele não criou a Polícia Penal sozinho — mas o texto fundador saiu da mão dele, e a trilha tem vinte anos de data comprovável.

Em 2015 virou chefe de gabinete da Administração do Cruzeiro. Em 2016, Administrador Regional do Cruzeiro, e depois também do Sudoeste, da Octogonal e do SIG. Criou o primeiro conselho comunitário da cidade, com síndico, prefeito de quadra, comerciante e morador definindo prioridade todo mês, e o primeiro conselho para pessoas com deficiência — de onde saíram mais de 33 rampas de acessibilidade.

Em 2018 foi eleito deputado distrital com 6.738 votos, numa campanha de baixo custo. E surpreendeu ao escolher a educação, não a segurança, como bandeira número um. A explicação dele é de uma linha só: passou a vida em escola pública.

A história completa

As frentes

Seis frentes. Cada uma com obra, lei ou data para conferir.

Tem ainda a região que ele administrou depois do Cruzeiro — Sudoeste, Octogonal e SIG — e a relação completa das 23 leis de autoria dele, uma por uma.

O que já foi entregue

Nada aqui é promessa. Tudo tem endereço.

Esta é a lista do que saiu do papel — em quatro anos de mandato e em oito anos de administração regional. Obra pública é executada pelo Governo do DF ou pela companhia responsável; o que é dele é o trabalho parlamentar em cima dela: emenda de autoria, cobrança e articulação até o recurso sair.

Cada item abaixo tem cidade e nome. Vai lá ver.

Educação

A cidade que se pisa

Zona rural

Esporte, cultura e trabalho

Uma observação honesta: nem tudo nesta página é lei de autoria dele. Tem obra que ele destinou emenda, tem obra que ele executou como administrador e tem pauta em que ele foi um entre muitos. Cada linha acima diz qual é qual, porque numa campanha que pede para o eleitor ir conferir, assumir o que não é seu é o erro mais caro que existe.

A trajetória nas urnas

Uma votação que triplica a cada eleição não é onda.
Onda sobe e desce.

2010

2.217

votos na primeira eleição, pelo PMN — hoje Mobiliza

2018

6.738

votos — eleito deputado distrital

2022

20.107

votos — primeira suplência, por 117 votos

Isso é base construída tijolo por tijolo, no boca a boca de quem viu o trabalho de perto e contou para o vizinho.

Em 2026, ele volta ao partido pelo qual disputou a primeira eleição — hoje o Mobiliza. E o número da legenda é o mesmo com que tudo começou: 33.

Chamada final

Você não precisa acreditar.
Você pode conferir.

Passe no Cruzeiro à noite e veja a iluminação. Vá até o Café Sem Troco e pergunte ao comerciante. Visite uma escola rural reformada. Converse com um policial penal sobre 2003.

Depois disso, decida.

Sardinha, 33123.

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