Deputado Distrital · DF
Rua iluminada, escola reformada, estrada asfaltada: tudo o que está neste site você pode ir ver de perto, com data, local e número de lei. Não precisa acreditar — vai lá ver.
Reginaldo Sardinha · Deputado Distrital · 33123
Os números que sustentam
na Polícia Civil do Distrito Federal
de autoria — 14 delas mudam a vida de alguém todo dia
públicas beneficiadas — mais de 60 na zona rural
100% iluminadas em LED
a votação que o elegeu para a Mesa Diretora, da direita à esquerda
detentos estudando na unidade prisional que ele dirigiu
fossas sépticas em núcleos rurais, executadas pela Emater
de calçada acessível e 33 rampas, na gestão do Cruzeiro
o ano em que ele escreveu a proposta que deu origem à Polícia Penal
Quem é
Reginaldo Sardinha nasceu em 30 de agosto de 1975, em Anápolis, Goiás. A família é maranhense — a mãe pegou a estrada até a cidade goiana porque lá havia hospital com mais estrutura. Aos 4 anos ele chegou a Brasília, praticamente num pau de arara, com a mãe e os dois irmãos mais velhos. Um deles tem deficiência.
A família se instalou no Cruzeiro Novo. Nos primeiros seis meses não havia cama em casa: todo mundo dormia no chão forrado de jornal. Para sustentar os três, a mãe foi sacoleira de cosméticos, vendeu carro e depois vendeu joia. Ele é o caçula.
Estudou em escola pública do primeiro ao último ano, e faz questão de se apresentar assim: fruto da escola pública. Para conseguir vaga no Setor Leste, dormiu quatro dias numa fila de matrícula. Eram exatamente 30 vagas. Ele entrou em 30º. Depois se formou em Direito e fez pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal.
Nada na trajetória dele veio de herança. Veio de fila, de concurso e de trabalho.
O capítulo que explica o resto
Em 18 de agosto de 1999 ele passou no concurso da Polícia Civil e foi trabalhar dentro de uma cadeia. Foram 16 anos no sistema prisional — como carcereiro, cargo que hoje se chama policial penal —, passando pelo Núcleo de Custódia, pela Funap e pelo Centro de Progressão Penitenciária.
No Centro de Progressão ele assumiu uma unidade considerada a quarta pior do país, dividida entre as alas que os próprios presos chamavam de céu e de inferno, com parte da estrutura destruída por um incêndio. Não chegou lá com discurso. Chegou com escola.
foi o salto no número de detentos estudando, com o incentivo dele. Vinte e dois chegaram à faculdade. Um ao mestrado
a unidade se tornou a única do país a cumprir todas as metas do CNJ naquele momento
no concurso nacional de redação dos presos — o resultado de gente que voltou a estudar
A tese dele é direta: a pergunta não é se o preso volta para a rua — ele volta. A pergunta é como ele volta. Cada vida recuperada lá dentro protege várias vidas aqui fora.
O que veio depois
Em 2003, num computador 486, ele escreveu a proposta inicial da emenda que daria origem à Polícia Penal no Brasil. No mesmo ano, como diretor jurídico da associação nacional da categoria, reuniu presidentes de sindicatos de todo o país e assinou a Carta de Brasília, que pediu ao Ministério da Justiça a criação do agente penitenciário federal. Ele não criou a Polícia Penal sozinho — mas o texto fundador saiu da mão dele, e a trilha tem vinte anos de data comprovável.
Em 2015 virou chefe de gabinete da Administração do Cruzeiro. Em 2016, Administrador Regional do Cruzeiro, e depois também do Sudoeste, da Octogonal e do SIG. Criou o primeiro conselho comunitário da cidade, com síndico, prefeito de quadra, comerciante e morador definindo prioridade todo mês, e o primeiro conselho para pessoas com deficiência — de onde saíram mais de 33 rampas de acessibilidade.
Em 2018 foi eleito deputado distrital com 6.738 votos, numa campanha de baixo custo. E surpreendeu ao escolher a educação, não a segurança, como bandeira número um. A explicação dele é de uma linha só: passou a vida em escola pública.
As frentes
Ele não fala de segurança. Ele é da segurança — há 27 anos.
Ver mais → EducaçãoA prioridade número um do mandato. E a razão é pessoal.
Ver mais → MulherCinco leis que protegem a mulher no aplicativo, na farmácia, na maternidade e no trabalho.
Ver mais → TerritórioA cidade onde ele cresceu — e que ele transformou como administrador.
Ver mais → Zona ruralOnde tinha barro, hoje tem asfalto. E a colheita escoa.
Ver mais → CategoriaA pauta que só quem é da casa sabe pedir.
Ver mais →Tem ainda a região que ele administrou depois do Cruzeiro — Sudoeste, Octogonal e SIG — e a relação completa das 23 leis de autoria dele, uma por uma.
O que já foi entregue
Esta é a lista do que saiu do papel — em quatro anos de mandato e em oito anos de administração regional. Obra pública é executada pelo Governo do DF ou pela companhia responsável; o que é dele é o trabalho parlamentar em cima dela: emenda de autoria, cobrança e articulação até o recurso sair.
Cada item abaixo tem cidade e nome. Vai lá ver.
Uma observação honesta: nem tudo nesta página é lei de autoria dele. Tem obra que ele destinou emenda, tem obra que ele executou como administrador e tem pauta em que ele foi um entre muitos. Cada linha acima diz qual é qual, porque numa campanha que pede para o eleitor ir conferir, assumir o que não é seu é o erro mais caro que existe.
A trajetória nas urnas
2010
2.217
votos na primeira eleição, pelo PMN — hoje Mobiliza
2018
6.738
votos — eleito deputado distrital
2022
20.107
votos — primeira suplência, por 117 votos
Isso é base construída tijolo por tijolo, no boca a boca de quem viu o trabalho de perto e contou para o vizinho.
Em 2026, ele volta ao partido pelo qual disputou a primeira eleição — hoje o Mobiliza. E o número da legenda é o mesmo com que tudo começou: 33.
Chamada final
Passe no Cruzeiro à noite e veja a iluminação. Vá até o Café Sem Troco e pergunte ao comerciante. Visite uma escola rural reformada. Converse com um policial penal sobre 2003.
Depois disso, decida.
Sardinha, 33123.